terça-feira, 21 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
GOOGLE DOCS
Acessar
o Google docs:
1.
Acessar o site do Google;
2. Clicar em docs ( barra
preta);
3. Digitar
email e senha;
4. Aparece
a tela do Google docs;
5. Criar
documentos: Clique em criar;
6. Escolher
um documento que eu quiser (Word, documento, Power Point, planilha etc.);
7. Coloque
o nome e salve o documento;
8. Renomear;
9. Clique
em compartilhar;
10. Para
que outras pessoas possam acessar clique em alterar;
11. Escolher
como vou compartilhar (Público
na WEB, Qualquer pessoa
com link, Particular
– a pessoa tem que tem Gmail);
12. Se
quiser que as pessoas também dêem opinião (edite), clique Pode editar ;
13. Clique
em salvar.
14. Entre
e Digite TinYURL (encurta o link quando é muito grande);
15.
Entre com o nome do site que você encurtar (você
mesmo pode renomear à sua escolha – ou o próprio site o refaz automaticamente;
Clique
em Make...
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O computador vai substituir o professor?
O diálogo que vou propor nesta coluna é sobre a escola. Acho que precisamos conversar sobre isso. A Internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma diferente de aprendizagem, e precisamos entendê-lo, apropriar-nos disso, ser protagonistas da mudança.
Precisamos conversar principalmente porque a existência dessa grande rede nos faz pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo, da vida do aluno; ainda tão distante da realidade de imagens, sons, cores e palavras em hipermídia que constitui a nossa vida hoje.
Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola, pois, se vocês não sabem, há séculos, nós, pedagogos, acumulamos sonhos sobre a sala de aula. Ivan Illich sonhava com uma educação que não fosse limitada às instituições, que formalizam tudo. Jean-Jacques Rousseau pensava numa escola que não corrompesse o homem, deixando simplesmente vir à tona o que temos de melhor. Jean Piaget queria que os níveis mentais fos137 sem respeitados, sem pular etapas, para que não tivéssemos que aprender aos saltos, ou decorar o que não entendemos. Freinet sonhava com uma escola que permitisse o prazer, a aprendizagem agradável e divertida. Paulo Freire sonhava com um lugar em que o saber do aluno fosse valorizado, onde a relação vivida nas aulas fosse o ponto de partida para uma grande transformação do mundo. Goleman escreve sobre uma escola que permita desenvolver o lado emocional, que tenha espaço para as artes, a música, as coisas que, enfim, nos fazem mais humanos.
Mas não soubemos concretizar muitos desses sonhos. Talvez ainda não tivemos tempo, porque era preciso primeiro preparar aulas, corrigir provas, anotar no quadro e nos cadernos tantas e tantas explicações.
De repente, a tecnologia entra na escola e nos obriga a recuperar tudo isso. A presença da máquina leva todo professor a se perguntar: como é a minha aula? Do que decorre: será que o professor vai ser substituído pelo computador? E sabemos que a resposta é sim, não temos a menor dúvida
.
Explico: é que o pior de nós vai ser substituído.
A nossa pior aula, o lado repetitivo, burocrático e por vezes até acomodado da escola, esse vamos deixar para o computador. Ele saberá transformar nossas exposições maçantes em aulas multimídia interativas, em hipertextos fascinantes, em telas coloridas e interfaces amigáveis preparadas para a construção do saber. Então poderemos, finalmente, ficar com a melhor parte, aquela para a qual não nos sobrava tempo, porque pensávamos que devíamos transmitir conhecimentos.
Vamos receber de herança os sonhos de todas as outras gerações, redimi-los realizando tudo o que não puderam conhecer. Agora sim, está em nossas mãos a derrubada dos muros para fazer conexões com o mundo, a criação do espaço para a arte e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão coletiva, a partilha dos sentidos. Está em nossas mãos a construção de uma escola mais feliz, feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor links e janelas para a sala de aula, onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa, mas sim uma aventura.
Então será preciso que cada mestre se despeça da figura de professor transmissor de conteúdos que há em si mesmo, e que os alunos abandonem seu papel de receptores passivos. Isso é o pior de todos nós, não nos daremos mais a conhecer assim.
Vamos tentar construir juntos algo novo. É claro que nós, professores, vamos precisar de ajuda: os alunos saberão nos dizer como fazer. Será que eles aceitam ser nossos mestres? Acho que sim, é só por este próximo milênio. Nessa nova sala de aula, na verdade todos serão mestres.
E, curiosamente, a gente vai aprender como nunca.
Andrea Cecília Ramal
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Patuta - 6º Encontro
Patuta - 6º Encontro
Tarefa:
1- Escrever o diário de bordo sobre o 6º encontro
2- Ler a Unidade 5:
Unidade 5:
Trabalhando no Blog
Trabalhando o Projeto
Editar texto
Converter textos
Conhecendo outros
blogs
Tarefa:
1- Escrever o diário de bordo sobre o 6º encontro
2- Ler a Unidade 5:
Unidade 5:
Cooperação (ou interação?) na rede
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